Errar custa caro! Bem caro...
Eu cometi um erro enorme, grotesco e sem perdão. Errei ao sonhar. Ou melhor, errei ao permitir que esse sonho ficasse acima da minha humilde e pequena realidade.
Sonhei que podia mais, que podia subir um degrau nessa vida, sonhei que podia começar algo novo, me reinventar, criar algo que pudesse ser visto e admirado e usufruído pelos outros, algo que trouxesse além de uma satisfação pessoal e monetária a mim, mas também trouxesse alegria, convivência e satisfação aos outros.
Sonhei, e nem sonhei tão alto assim. Dentre vários sonhos que vejo por ai, realizados, o meu nem era tão grande, nem tão sofisticado, nem tão oneroso, muito pelo contrário.
Ele tinha (ou tem) um charme justamente por ser pequeno, cabia perfeitamente nos custos ora estudados, tinha um local adequado e quando não muito, único.
Meu sonho era meu, mas de um modo bastante particular acabou sendo o sonhos de outros também; da família, dos amigos próximos, dos amigos distantes e quando não dizer, de pessoas que nem conheci, e agora, depois desse erro, nem sei se irei conhecer.
O erro foi grave, enorme, e causou uma vergonha jamais vista. Me senti mal por ter sido tão ingênuo, mal por ter sido tão péssimo profissional, mal por ter sido tão imaturo, e me senti pior ainda por ter deixado pessoas que amo e que me amam, chorando...
Dizem que para todo erro tem um aprendizado, e que para todo erro tem uma solução. Não sei, confesso que estou tentado achar a solução, pois o aprendizado eu já sei qual é, e foi uma descoberta muito dura.
Se desisti do meu sonho? Sinceramente não sei. Não estou conseguindo achar uma solução, e nem estou conseguindo achar pessoas de fora para achar uma solução para ele. Não sou de desistir fácil das coisas, mas tenho que reconhecer que “dar murro em ponta de faca” é algo inútil e irracional, e sendo assim, acho que isso se aplica a mim...
Confesso que nem consegui sentar e chorar de tamanha a decepção que fiquei; só pensei em fugir, fugir dessa cidade, desse estado, desse país, para um lugar ermo, onde não conhece ninguém e assim pudesse tentar começar algo. Só esse pensamento me passou pela cabeça, tamanha a vergonha e decepção que estou sentindo nesse momento.
Confesso que não sei o que fazer. Confesso que é um momento difícil, trágico e ao mesmo tempo doloroso. E não sei o que fazer..................
Vamos lá: primeiro, tenha calma! Eu sei que nessas horas precisamos mais que palavras de apoio e carinho... eu sei. Mas essas palavras, que nos dão colo, ombro amigo, ao menos ajudam a gente a se acalmar.
ResponderExcluirSegunda coisa: eu não sei exatamente do que você está falando. Parece ser um sonho, um empreendimento que você acredita que não deu certo. Se for isso, se você precisar de uma ajuda concreta minha, não se acanhe! Eu sou economista, acostumado com análise de negócios. Posso estar chutando longe, se for desculpe, mas a mensagem é: como eu não sei a sua formação acadêmica, se você precisar de alguma ajuda de um economista, pode contar comigo. É ajuda, ajuda mesmo! Existem problemas que, quem está dentro, não consegue enxergar a solução e assim, nada melhor de quem está fora.
Se não for nada do que estou pressupondo, delete o que eu escrevi acima. Mas, repetindo: se eu puder te ajudar concretamente em qualquer coisa que esteja ao meu alcance, me escreve. O endereço do email tá no meu blog.
E como você mesmo me disse outro dia... não desista... nunca!
Beijos
pois é, me sinto exatamente do mesmo jeito com o meu doutorado, e estou da mesma forma sem saber o que fazer.
ResponderExcluirVem pra cá! A gente toma um café (Lucas inclusive) e achamos um jeito.
ResponderExcluirIndependente de saber ou não o que fazer... conte comigo!
ResponderExcluirMabe, não sei se posso te ajudar concretamente, mas conte com meu apoio. Tenha calma, respire fundo, se dê um tempo e avante. Força rapaz... nós conseguiremos. Abraços
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