segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Águas...

Nesses dias quentes de final de verão, entre uma rápida olhada pelo monitor que monitorava as câmeras de segurança, a outra janela que estava no facebook e a planilha de contas do Excel, os dias, ou melhor, as tardes passavam...
E passavam quentes e calorentas, esperando a chuva que não havia de vir; mas era um passar suave, singelos, calmo, tão calmo que entre um café e outro e um cappuccino, a leitura era movida pela companhia de Estevão Azevedo e seu “Nunca o nome do menino”, que na real era muito mais uma releitura do que um inédito....pois era o que havia para o momento.

E para o momento também havia mais, muito mais.
Sem mais nem menos, quando você menos espera, teu mundo vira de cabeça para baixo, e teu coração sobe pela boca e você pensa que vai explodir, e não sabe se é de felicidade ou de ansiedade, mas apenas sabe que é bom, que é algo novo de novo, mesmo que seja já conhecido, mas de certo é que havia tempos que não sabia ou sentia aquilo, e sim, era bom sentir de novo, mesmo que fosse estranho.

Como que por um turbilhão de uma maquina do tempo, se isso fosse possível de existir, você se vê há 13 anos, em outro emprego, em outra situação, mas na mesma rua, naquela mesma rua onde coincidentemente ambos estavam, e que agora só você está nela, mas que essa se cruza com a dele; coincidentemente estão no mesmo bairro, onde já estavam e de onde ele se mudou e voltou, e para onde agora os dois estão, a poucos metros ou quilômetros, onde nunca antes havia imaginado que estariam.
 Por essa mesma mente que escreve isso passam várias perguntas e também várias respostas, uma para cada uma delas ou mais, ou vice e versa, mas uma passa mais; a qual coincidência acreditar? No destino? No acaso? No tempo? Na esperança? Na certeza? Ou seria na incerteza? Pode ou não haver resposta, pode ou não haver outra pergunta, mas apenas há uma certeza, de que nada podemos controlar e que mais hora menos hora, algo sempre acontece..............


Espere, 

2 comentários:

  1. Tá namorando, que bonitinho...! Sorte procês!

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  2. Claro que as coisas acontecem... ainda mais quando a gente começa a fazer as perguntas certas... hehehehe!
    Bjs!

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