Já faz um tempo que eu não escrevo nada, não só porque a
vida anda loucamente enlouquecida comigo, mas também porque cada vez que penso
no que escrever, tudo muda...
Talvez não seja só comigo, mas que a minha vida é uma
coletânea de eventos e acontecimento bizarros, ou modestamente, estranhos, isso
é.
Para variar, eu estou naqueles momentos complicados, para
não dizer que seja o olho do furacão, com minha vida profissional. Sabe quando tudo
parece desandar? Pois é mais ou menos assim...(se bem que sempre acho que é
para mais...muito mais...).
Como sempre, fiz algumas escolhas erradas, e pago por elas.
O jeito é correr para arrumar tudo a tempo de me salvar, antes que realmente
seja tarde demais....e quando digo tarde, é bem levando em consideração o fator
tempo....tarde é igual a velho...um tempo que para mim, de um jeito ou de
outro, é bem presente.
E esse lance embolado profissional, acaba afetando meus
outros lados....pessoais, familiares, afetivos...e tudo acaba virando uma
grande bola de neve, que segue rolando penhasco abaixo em direção ao
desfiladeiro...que se tiver fundo, vai ser beeeeem lá no fundo, e tenho certeza
de que quando a bola chegar ao chão, se espatifará com tamanha violência, que
nada sobrará.
Conversando com uma amiga, digo justamente isso a ela...que
parece que todos os ajustes na minha vida, para darem certo, dependem da minha
vida profissional dar certo; então, nesse momento, meus esforços estão voltados
para isso.
Não que eu esteja deixando de lado as outras questões,
não...nada disso. Apenas meu maior foco é para esse lado...porque se justamente
os outros dependem dele...melhor resolver uma coisa de cada vez e cada coisa na
sua vez...né!
Além disso...se eu fosse resumir algumas coisas da minha
vida em frases...acho que tem duas que ilustram bem o momento que estou
passando...uma é o título desse texto, que poderia muito bem ser o título de um
livro... “O livro das oportunidades perdidas”...nossa, iria ganhar rios de
dinheiro narrando tudo que já me aconteceu (ou deixou de acontecer).
Eu poderia também lançar um manual... “A arte de ser filho
único e fazer irmãos”, cujo subtítulo seria “A mão podre para o amor”...porque
dedo pra mim é muito pouco...hahahahahahaha.
Mas...vamos caminhando...em algum lugar eu ei de
chegar...porque acredito que quem espera, nunca alcança...
Quando caminhamos sempre chegamos ao nosso destino. Pode ser até que tenhamos percalços, mas chegamos ...
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