Caminhar é preciso...e seguir pelo caminho escolhido é
óbvio. Mas se você acha que ele vai ser liso e perfeito, está muito enganado.
Começar a se reinventar tem um preço, ou melhor, tem vários
preços.
Um desses preços é ir topando com pedras pelo caminho.
Pequenas, grandes, redondas, pontiagudas, dos mais diferentes tipos e formas;
pode ter certeza, você irá encontrar várias pedras ao longo do caminho,
independente do tamanho dele e para onde vá.
O que fazer? Bom, nem se faz essa pergunta, porque
simplesmente se pula sobre a pedra, se desvia, a deixa para trás, são as opções
mais sensatas, senão as únicas.
Confesso que essa semana, a primeira de muitas nesse meu
novo caminho, foi cansativa, e com uma carga de pedras que dava para encher um
caminhão, mas, por outro lado, também foi muito produtiva.
Acho que o melhor de tudo, foi simplesmente ter cancelado do
meu dicionário a palavra “desistir”; não sei mais o que é, não quero saber e
acho que poderei viver bem sem ela.
Afinal, desistir é um caminho que eu não escolhi, e não
escolherei, por duas razões; primeiro por ser mais fácil, e eu não gosto de
coisas fáceis, elas não me dão prazer, e segundo, porque aposto como tem muita
gente, que não são meus amigos, que acham que eu deva seguir por esse caminho,
mas, como eu também sempre fui meio contraditório, eu não gosto de agradar quem
não merece.
Assim...vamos seguindo pelo caminho pedregoso mesmo.....pelo
menos o final parece ser mais, bem mais interessante.
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