Depois de algum tempo sumido, cá estou eu de volta novamente
retornando...kkkkkkk. Muitos substantivos só para dizer que achei um tempo para
escrever.
É bom voltar a escrever, relaxa, desabafa e me satisfaz
muito. Nesses últimos dias, quem me acompanhou de perto sabe o quanto eu estava
tenso, praticamente como uma corda de violino.
Ah, violino....tão belo instrumento. Algum dia vou aprender
a tocá-lo. Mais um desejo para a minha lista de intermináveis desejos. Quem
sabe não aprendo a tocar e vou a Paris, muito bem acompanhado e coloco-me a
tocar em plena praça da Torre Eiffel.
Paris...mais um sonho a ser realizado. Em breve? Pode ser,
quem sabe. Enquanto isso ficamos a sonhar, pois os sonhos alimentam a alma,
fazem bem e nos fortalecem para que busquemos maneiras a realizá-los.
Nossa...confesso que me peguei em uma “vibe” filosófica.
Será que foram as seleções de músicas para o café? Deve ter sido, em especial
as francesas, com destaque para as do filme “Amélie Poulin”, o qual eu amo de
paixão.
Definitivamente, devo ter sido francês em vidas passadas.
Adoro Paris, adoro culinária francesa, adoro sua arte, sua cultura, adoro até
mesmo o mau humor francês. É, acho que fui...
Em tempos de melancolia, ou seriam de romantismo, me pego a
pensar em vários assuntos...vários assuntos...dos mais diversos tipos, cores e
formas, que vão desde minha já citada situação financeira, a também já citada
situação empresarial e a não tão citada situação amorosa.
Ops!!! Situação amorosa??? Onde produção??? Em que parte do
meu universo isso se encaixa??? Será que ficou naquela parte cuja etiqueta diz
“deixar de lado para resolver mais tarde”? Pois eu tenho quase certeza de que
essa parte recebeu outra etiqueta dizendo “ignorar solenemente, assunto sem
prioridade”. Kkkkkkkk. Mas o certo mesmo, é que sem querer essa parte sempre
vem a tona, por mais etiquetas, rótulos ou coisas que eu jogue por cima para
esconder, sempre sobra um pedacinho dela aparecendo.
Nossaaaaaa....péssimo isso. Me peguei filosofando em duas
partes do texto em menos de uma página. Realmente, estou precisando
seriamente de dinheiro para poder fazer
umas compras e esquecer pensamentos amorosos...kkkkkkkkkkkkkkkkkk. Como se isso
resolvesse mesmo a situação....
Mas, já que ela está ai, batendo forte em mim, porque não
resolver? Boa pergunta produção. Quem se qualifica a responder? Alguém quer
pedir ajuda aos universitários? Alguém tem a cola da resposta? Alguém quer
arriscar a trocar a resposta “não sei” por outra? Última tentativa... Alguém???
Bom, cá estou eu mais uma vez, de frente novamente com o
boi, e não sei se corro ou se o pego pelo chifre. Como resolver isso? Como
resolver que eu sinto falta mas ao mesmo tempo me é confortável não ter o que
eu quero? Freud explica? Não também. Ajuda, mas a terapia não explicou. Mostrou
caminhos...já trilhados e que deram fruto. Uma vez. E não adianta dizer para ir
pelos mesmos caminhos novamente. Já fiz e não deu certo.
Mudar o caminho? Ótima sugestão. Também já foi feita. E o
resultado foi o mesmo. Cheguei aonde cheguei. Ou seja, a lugar nenhum. Ah ta,
claro, me esqueci...a vida trouxe aprendizado, conquistas, perspectivas, visões
e tudo mais para agregar e crescer...mas...sempre tem a famigerada palavra
“mas”...cá estou eu. Aqui.
Não, não estou reclamando. E mesmo que estivesse também
seria um direito meu. Mas de fato, não estou. É como disse acima, de uma forma
ou de outra me pego em uma situação contraditória...sinto falta do que não
tenho, mas me é confortável não ter. Estranho isso...
Pronto...estava demorando para eu usar essa palavra
“estranho”...demorô! Ahahahahaha. Quem me lê, sabe que eu sempre acho muita
coisa estranha, várias....e no fundo eu também me acho estranho. Vivemos em um
mundo estranho, de pessoas estranhas. Quase uma “festa estranha com gente
esquisita”...só está faltando as bebidas. Ops, não faltam mais....eu tenho um
café e posso prepará-las...
É, filosofei, divaguei, literalmente “enchi lingüiça” (no
bom sentido). Melhor voltar a escutar músicas francesas. Melhor retomar minha
leitura de Simone de Beauvoir. Melhor eu ir tirar um café...
Toca aqui....rsrrs. Esse texto podia ter sido escrito por mim.
ResponderExcluir"...sinto falta do que não tenho, mas me é confortável não ter. Estranho isso..."...literalmente.
Beijos, estranho não tão estranho.
Você tira um café delicioso. E um texto também!
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